domingo, 22 de novembro de 2015

COMO EVITAR CÂIBRAS NA CORRIDA

Como evitar cãibra antes e depois da corrida. Foto: Shutterstock
A cãibra é considerada uma das dores mais comuns entre atletas em geral. Trata-se de uma contração muscular involuntária que, por ser bastante dolorosa, é temida por todos aqueles que praticam atividade física, inclusive os que correm. A boa notícia, entretanto, é que ela pode ser facilmente evitada se o corredor seguir algumas recomendações básicas, como manter-se sempre hidratado e bem alimentado.
Devido ao organismo e musculatura ainda não estarem adaptados ao exercício, os corredores iniciantes tendem a sofrer mais com este problema por causa do maior número de microlesões que ocorrem na estrutura muscular. Além do corpo não estar acostumado, nessa fase inicial os corredores costumam não ficar muito atentos à hidratação e alimentação, o que pode desencadear as cãibras.
Algumas das principais causas para a cãibra são a deficiência de potássio na alimentação ou sua eliminação acentuada, alterações no metabolismo do cálcio e a desidratação. Aqueles que têm uma sudorese intensa precisam ter um cuidado redobrado, pois a chance de vir a ter uma cãibra aumenta devido a desidratação a perda de potássio pelo suor.
Evitar esse problema, entretanto, não é uma tarefa muito difícil. Recomenda-se aumentar a ingestão de alimentos que tenham alta concentração de potássio, como a laranja, tomate e banana, ingerir uma quantidade necessária de carboidrato antes e depois do treino, e, claro, ficar atento ao seu nível de hidratação ao longo do dia.
Caso o atleta venha a ter uma cãibra durante o treino, o melhor a fazer é interromper a atividade e tentar alongar bem suavemente o músculo afetado. A dor gerada pela cãibra não dura muito tempo, portanto, se ela persistir, procure um médico, pois pode ser que tenha sofrido uma lesão muscular que desencadeou a cãibra.
(Fonte: Roberto Ranzini, Ortopedista e Médico do Esporte, membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz)
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DICAS DE EXERCÍCIOS PARA FORTALECER A LOMBAR

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Dicas de exercícios para fortalecer a lombar
A corrida exerce uma forte pressão na coluna, o que exige um bom fortalecimento dos músculos em volta daquela região. Na hora de malhar, entretanto, os corredores dão muita atenção às pernas, panturrilhas e abdômen, mas se esquecem de fortalecer a lombar. Esse descuido pode gerar não apenas dores nas costas como também uma possível contusão.
Durante as passadas, a lombar têm as funções de estabilizar, sustentar e, ainda, absorver o impacto da corrida, o que faz seu fortalecimento ser, portanto, de fundamental importância para o atleta. Quando ela não está preparada, um movimento brusco ou de amplitude exagerada pode causar um espasmo ou até mesmo uma lesão. O excesso de impacto sobre a coluna pode, ainda, resultar em um desvio postural, causando dor ao atleta e forçando-o a se afastar do asfalto por um tempo.
Para evitar esses problemas, confira abaixo uma série de exercícios para fortalecer a lombar:
1) Prancha: com os antebraços e pés apoiados no chão, mantenha uma linha horizontal dos pés até a cabeça, e deixe o abdômen e glúteos bem contraídos. Segure na posição de 20 segundos a 1 minuto. Faça três séries.
2) Máquina: realize a hiperextensão da lombar fazendo o movimento do tronco na horizontal. Faça três séries de 12 repetições cada.
3) Canoa invertida: deitado decúbito ventral com pernas e braços estendidos fora do chão, faça o movimento de balanço para frente e para trás. Faça três séries de 20 repetições cada.
4) Lower Back Extension: faça o movimento de elevação do tronco no aparelho. Realize três séries de 12 repetições cada.
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(Fonte: Renato Atila, líder do grupo de corrida da Cia Athletica unidade Anália Franco)

ESPORTE NO COMBATE AO DIABETES

Corpo em movimento e esporte no combate ao diabetes – Foto: Shutterstock
Na prevenção e no combate ao diabetes, quem tem uma vida saudável e em movimento leva vantagem. Sabia que o esporte é efetivo para combater essa e outras doenças crônicas e também para proporcionar mais saúde, vida mais ativa e qualidade de vida para quem já sofre com o problema?
Dia 14 de novembro é o Dia Mundial de combate ao diabetes para conscientizar as pessoas do avanço da doença, das formas de tratamento e de prevenção. Estima-se que cerca de 12 milhões de brasileiros tenham Diabetes (dados da International Diabetes Federation de 2014), mas apenas metade é diagnosticada, pelos poucos sintomas que apresentam no início da doença.
O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina e o diagnóstico acontece, em geral, durante a infância e a adolescência. Já no tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2.
A prática de atividades físicas é efetiva na prevenção e no combate ao diabetes, pois ajuda a manter os níveis de açúcar estáveis no sangue e reduz o risco de complicações macro vasculares (danos nos vasos sanguíneos), também melhora a circulação sanguínea, o sono e o humor, auxilia na perda de peso, aumenta a disposição e diminui os níveis de ansiedade e estresse.
Cuidados para a prática esportiva
A quantidade de glicose no sangue pode aumentar ou diminuir durante o exercício físico, dependendo da sua intensidade, duração e tempo. Então, a alimentação ou a insulina (para aqueles que necessitam desse tipo de tratamento) são fundamentais para bom andamento da atividade. O diabético também precisa monitorar os níveis de glicose antes, durante e depois do exercício, para prevenir a hipo ou hiperglicemia. O médico que acompanha o caso poderá ajudar a criar um plano de dieta de acordo com as necessidades individuais.
Existem diversas maneiras de ser ativo, seja por meio de esportes, caminhada, dança ou até mesmo em pequenas atitudes, como substituir o elevador pelas escadas. Quem é diabético deve saber da sua condição em relação à doença, principalmente dos cuidados necessários; mas também ter a consciência de que a vida pode e deve ser ativa. Aposte nas atividades físicas para ter mais saúde e qualidade de vida.
(Fontes: Dra. Marina Santorso, Gerente Médica de Diabetes da Novo Nordisk, IDF International Diabetes Federation (IDF Diabetes Atlas, 2014),  Sociedade Brasileira de Diabetes)
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TREINOS DE PROPRIOCEPÇÃO PARA ATLETAS

A propriocepção é uma habilidade que a pessoa pode desenvolver (até) em casa. FOTO: Shutterstock
A propriocepção é considerada como o sexto sentido para alguns profissionais da área da saúde por ser definida, de modo bem prático, como a capacidade de sentir o posicionamento de nosso corpo no espaço. Um ótimo exemplo seria identificarmos a posição de nosso cotovelo (esticado ou dobrado) sem necessariamente olharmos para ele. Ou seja, neste primeiro parágrafo você já deve estar pensando no uso desta habilidade para tudo o que faz no dia-a-dia… inclusive, nos treinos de propriocepção.
Quase todos nós temos a visão como o sentido predominante perante os demais. Usamos os olhos para nos relacionar com pessoas e com o meio ambiente, para executar tarefas, distinguir comportamentos e até mesmo para estimular outros sentidos, como o paladar e o tato. O que raramente nos damos conta, é que também utilizamos a visão para nos equilibrar. Isso mesmo. Nos manter alinhados enquanto andamos, permanecer ereto enquanto ficamos parados em pé e, inclusive, mudarmos nosso corpo em função de desequilíbrios externos, tudo com a ajuda dos olhos.
Se você está duvidando disso, levante-se da cadeira e vá até um local com um pouco mais de espaço. Pare com os pés virados para frente, mas deixe um pé na frente do outro, com o calcanhar de um deles encostado na ponta dos dedos daquele que ficou atrás. Mantenha os joelhos esticados e os pés bem alinhados como se estivessem sobre a mesma linha. Se você conseguiu ficar equilibrado, meus parabéns. Agora, é hora de fechar os olhos. Se ainda assim você conseguiu se manter equilibrado, provavelmente possui uma propriocepção bem desenvolvida. Não quer dizer que não use a visão para a mesma função, mas certamente possui uma boa capacidade de separar e delegar bem as funções do seu corpo de acordo com a situação.
Uma propriocepção bem desenvolvida é capaz de detectar alterações nas tensões musculares e ligamentares, consequentemente identificando a posição dos ossos, enviando estas informações para nosso cérebro e esse, por sua vez, mandará alguma resposta perante estes estímulos. Um exemplo bem prático é o que acontece quando estamos correndo e de repente pisamos em um buraco indesejado, torcendo nosso tornozelo. Neste caso, ocorrerá um alongamento brusco de fibras de alguns tecidos (músculos, tendões, ligamentos, pele, etc.) de um lado do tornozelo. Este alongamento repentino é entendido pelo nosso corpo como um potencial mecanismo de lesão e com isso, a resposta muscular imediata é se contrair, para tentar evitar o pior. Além disso, existe um sinal que é enviado ao nosso cérebro, fazendo com que ele responda mandando outros músculos se contraírem ou relaxarem, de modo a afastar ainda mais a chance de uma lesão (por exemplo, as pessoas que se jogam no chão evitando a entorse lesiva).
Assim como os nossos cinco sentidos, a propriocepção também pode ser desenvolvida, aprimorando os mecanismos de resposta de nosso corpo perante situações diversas como correr na terra, caminhar em trilhas, andar no escuro ou passear em ruas irregulares. Exercícios caseiros podem ser feitos diariamente como o teste que propus no terceiro parágrafo, ou andar sobre uma linha reta no chão de olhos fechados, se equilibrar encima de uma bola olhando para frente, fazer exercícios em cima da cama elástica, andar descalço sobre uma superfície irregular, ou mesmo tentar caminhar lentamente no meio de um cômodo bagunçado, sem luz, sem fazer nenhum barulho (é o melhor de todos os exercícios! Rs).
Existem estudos que demonstram a perda dela conforme envelhecemos e por isso um número maior de pessoas idosas que sofrem quedas constantes (além, é claro, de doenças diretamente relacionadas ao equilíbrio, como a labirintite). O fato é que hoje em dia somos cada vez mais influenciados a exigirmos da visão, deixando de lado os outros sentidos e capacidades sensitivas. Basta repararmos nos calçados tecnológicos que fazem tudo pelos nossos pés (excluindo qualquer necessidade de controle muscular desenvolvido); no desenvolvimento de esteiras cada vez mais confortáveis (como se estivéssemos correndo em um tapete, sem qualquer desnível); entre diversos outros acessórios que vão tornando nosso corpo cada vez mais dependentes e desestimulados.
Tudo isso vai enfraquecendo a coitada da propriocepção. O ideal mesmo seria que o chão dos shoppings fosse de paralelepípedos, as ruas fossem de terra batida e as esteiras fossem com borrachas cheias de ondulações. Mas as coisas evoluem (ou não, dependendo do ponto de vista, né!?) e temos que acompanhar o ritmo. O importante é não deixar de treinar, seja do modo moderno, seja do modo mais “rústico”!  ;-)
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PERDA DE PESO: QUAL É A MELHOR DIETA ?

De Atkins a Vigilantes do Peso, a melhor dieta é a disciplina – Foto: Shutterstock
A obesidade é uma questão mundial e mais da metade dos brasileiros está acima do peso, segundo a  OMS.  Na luta para emagrecer com saúde, ficamos procurando a melhor dieta, aquela que irá fazer os milagres necessários para o corpo dos sonhos… mas e se a dieta perfeita fosse a disciplina? É o que sugere um estudo de 2014, de um grupo de pesquisadores canadenses. Para eles, todas as dietas têm resultados semelhantes, se você segui-las com disciplina.
A  pesquisa,  divulgada no  The Journal of the American Medical Association,  foi feita com mais de 7 mil pessoas que estavam acima do peso e seguindo alguma dieta. Após 12 meses de acompanhamento e uma amostra de 48 testes clínicos, as diferenças entre as mais diferentes dietas foram pequenas, uma perda média de 7 kg. E a conclusão: a melhor dieta é aquela que se adequa ao seu estilo de vida. Vale ressaltar que a pesquisa analisou apenas a questão da perda de peso e não em termos de nível de colesterol ou outras questões relacionadas à saúde.
Sem radicalismos
As dietas são mais semelhantes do que se parecem. Cada corpo é um corpo e, para os pesquisadores, não é necessário fazer uma dieta específica, que seja muito radical ou que faça o indivíduo sofrer, passar fome ou comer aquilo que não gosta apenas para perder peso. Para resultados mais saudáveis, o importante é encontrar a melhor dieta para sua vida. Por exemplo, quem é vegetariano tem dificuldades em seguir dietas ricas em proteína e pobres em carboidratos; quem mora sozinho tem mais facilidade de fazer uma dieta líquida, do que quem precisa cozinhar para toda a família, e por aí vai.
(fonte: The Journal of the American Medical Association)
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MANEIRAS DE CORRER: QUANTAS VOCÊ TEM ?

Modos de corrida ou maneiras de correr. Assim, dá para elencar uma série de mudanças e adaptações do corpo. Foto: Divulgação
Assim como o carro possui marchas, troca de tração, opção econômica e outros recursos (dependendo do modelo!), nosso corpo também tem algumas maneiras de correr. E é desses “modos” que vamos falar.
O exemplo mais simples para entender é a diferença entre os grupos musculares que devemos usar durante a subida, o plano e a descida. Só nessas situações, já são três maneiras de correr diferentes. No plano temos que deslocar nosso corpo para frente. Na subida precisamos jogá-lo para frente e para cima. E, na descida, para frente e amortecendo com uma discreta queda para baixo. Para isso, precisamos utilizar músculos diferentes, ou usar os mesmos, mas de forma diferente.
Até aqui, acredito que não tenha acrescentado muita coisa nova. Então, vamos aprofundar um pouco mais. Excluindo as mudanças na velocidade (que seriam outras maneiras de correr: devagar e rápido), pode-se dizer que, mantendo a mesma velocidade, somos capazes de utilizar o corpo de maneiras diferentes. Passadas longas e curtas, impulsão com panturrilhas, coxas e/ou glúteos, tronco inclinado para frente, para cima ou para baixo. Todas elas são alterações que podem ser feitas para que se possa fugir de um músculo cansado ou machucado. Podemos usar um “modo subida” para correr no plano, ou um “modo plano” para as descidas, com resultados muito eficientes.
Para utilizar o “modo subida” no plano, basta se conscientizar dos músculos que costuma usar para uma subida e passar a usá-los no plano.
Porém, amenizando o deslocamento vertical (para o alto) e transferindo-o para o horizontal (para frente). Ou seja, usar a força que te jogaria para cima para ir para frente. Os passos ficarão mais curtos e mais rápidos, ou mesmo mais longos e mais lentos, porém, mais potentes, usando glúteos e panturrilha mais que as coxas. Quem consegue fazer isso no meio de uma corrida, nas horas certas, consegue descansar alguns grupos musculares para que no momento propício eles estejam preparados novamente.
Para usar o “modo plano”, durante a descida é preciso tentar transformar a descida em um plano, inclinando o corpo um pouco para frente de modo que o tronco fique aproximadamente à 90 graus do chão (como quando corremos no plano). Ou seja, sua impulsão não será para frente, mas levemente para baixo e para frente, amenizando a força de aterrissagem que seu corpo é obrigado a fazer durante os declives. Nesse caso, vai aumentar a demanda das coxas para se impulsionar, mas reduzir a demanda das mesmas para amortecer a queda. Claro que vai cansar um pouco mais, mas você vai notar que é proporcional ao aumento da velocidade. A diferença é que vai poupar alguns músculos e articulações que costumam ser mais sobrecarregadas nessa situação.
Já vi alguns casos de pessoas que usam o “modo salto” durante as subidas. Para traduzir este modo, eu peço para que pensem em uma pessoa pulando por cima de uma poça da água. Agora pense nela pulando por várias, uma seguida da outra, na subida. Aparentemente, deve cansar muito. Mas se for usada em subidas mais íngremes, porém curtas, é uma ótima ferramenta para manter o pace, ou mesmo reduzi-lo durante uma parte que todos tendem a aumentá-lo. Vale a pena testar e eu particularmente achei que o cansaço que este modo gera compensa bastante.
Por último, existem alguns modos relacionados ao grupo muscular envolvido na corrida, seja ela no plano, subida ou descida. Com o treino (de consciência corporal), o atleta pode ser capaz de escolher quais músculos ele quer utilizar naquele momento. É possível concentrar a força onde quisermos, da maneira como quisermos. O corpo com maior variedade de opções de uso (“modos”) tem menos chance de sofrer com a fadiga e estafa muscular, entre outros tipos de lesões, mais e menos graves.
A diferença entre o nosso corpo e um carro, é que o primeiro precisa ser pacientemente treinado e o segundo, basta pagar mais caro para ter todas as opções. Para incorporarmos esta consciência é importante ter conhecimento e possibilidades de colocá-las em prática, com auxílio de profissionais especializados (assessorias de corridas), ou com aquele seu amigo que já tem uma boa bagagem e possa te ensinar. Ou então, de modo mais controverso (mas que eu particularmente apoio), ir testando aos poucos e desenvolvendo o que você já sabe, até descobrir seus modos (e as várias maneiras de correr). Esta última opção pode ser demorada, mas o resultado é tão bom quanto os demais. O importante é saber que existem vários recursos e não se limitar a poucos deles. Do contrário, seria como dirigir um carro usando apenas a primeira marcha. Agora, divirta-se!
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COMO FUNCIONA O TREINAMENTO À DISTÂNCIA

Como funciona o treinamento à distância (foto: Shutterstock)
Você já pensou em começar a treinar diversas vezes, mas a falta de tempo, horários não convencionais e viagens a trabalho sempre o desanimam. No seu caso, o treinamento à distância pode ser uma boa solução para conseguir encaixar a corrida no seu dia a dia. Oferecido por diversas assessorias esportivas, o serviço tem se popularizado entre os atletas que levam uma rotina atípica.
Mesmo de longe, a experiência permite um contato personalizado entre treinador e atleta. Assim como no modelo presencial, é feito também uma avaliação física na qual se faz um questionário de anamnese para estabelecer o objetivo do aluno, análise da sua saúde e de possíveis contraindicações de exercícios. Este é o único momento em que o encontro entre profissional e aluno se faz necessário.
A partir disso, o treinador monta uma planilha alinhando as necessidades específicas de cada atleta e o acompanhamento é feito por e-mail, telefone, WhatsApp e Skype, sempre que o assessorado sentir necessidade. Ao longo do treinamento, são marcadas reuniões mensais ou bimestrais.
Apesar de ter algumas restrições, a praticidade e os horários mais flexíveis são pontos positivos desse tipo de treinamento.
(Fonte: Claudio Lafemina, educador físico e sócio-proprietário da assessoria  Personal Work)
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