domingo, 11 de janeiro de 2015

LEITE NA RECUPERAÇÃO PÓS - CORRIDA


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O leite já foi tido como mocinho e como vilão na alimentação de quem se exercita. Não é difícil encontrar especialistas que defendem a bebida e aqueles que garantem que retirá-lo da dieta não traz malefício algum ao corpo. Mas fato é que para que ele pode, sim, ser uma ótima pedida para que você tenha uma melhor recuperação muscular depois de investir nas passadas.
A recuperação é um dos grandes desafios das ciências do esporte. É durante esse período que o corpo tem os benefícios do exercício que você acabou de fazer, porque é o momento em que as células musculares estão ávidas por nutrientes para repor os estoques de energia utilizados durante a corrida, como também quando o corpo precisa de proteínas para reparar o dano tecidual causado pelo esforço feito durante os treinos.
É por isso que o consumo de carboidratos e proteínas logo após a atividade tem um ótimo resultado na regeneração muscular. E é aí que o leite ganha espaço. Para que você se convença da importância dessa bebida no processo de recuperação, pesquisadores da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, divulgaram, recentemente, na revista científica Medicine and Science in Sports and Exercise que o leite tem a quantidade exata de proteínas e carboidratos necessários para uma boa recuperação muscular. Essa é uma comprovação científica de que um dos alimentos mais importantes da dieta, quando usado de forma estratégica, pode proporcionar resultados que devem ser muito valorizados pelos corredores.
Na pesquisa, ao analisarem os voluntários, os cientistas comprovaram que o leite traz uma recuperação muscular muito mais rápida e eficaz para quem corre. E você não precisa se entupir de leite para ter os benefícios. Segundo o estudo, ingerir 500 ml de leite desnatado após a prática de atividades físicas intensas já ajuda a recuperar os músculos, além de prevenir o overuse e suas lesões.
(Fonte: Turibio Leite de Barros, fisiologista e diretor técnico do Physio Institute)
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BATATA DOCE: VEJA MODOS DE PREPARO


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Que a batata-doce possui diversos benefícios para os corredores, isso nós já sabemos. Diferente da batata inglesa (a mais comum), a batata-doce não engorda e é fundamental para te dar mais disposição e saúde sem ganhar gordurinhas pelo corpo. Rica em vitamina A, C e E, a batata-doce fornece energia e auxilia os atletas no controle do apetite.
Mas, você sabe o melhor jeito de consumi-la para aproveitar todos os seus nutrientes e benefícios? Nós te indicamos algumas receitas:
Batata-doce no forno
Ingredientes
1 kg de batata doce descascadas e cortadas em palitos grossos
Sal grosso (moderado)
Páprica picante ou pimenta-do-reino
Alecrim
Azeite
Modo de preparo
Tempere os palitos de batata doce com sal grosso, páprica picante, alecrim e bastante azeite. Espalhe as batatas em uma forma grande para que não fique palitos de batatas sobrepostos. Asse em forno médio por cerca de 1 hora, até as batatas ficarem coradas por fora. Sirva.
Purê light de batata-doce
Ingredientes
130g de batata doce descascada e cozida em água
1 colher de chá de requeijão light (10g)
2 colheres de sopa de leite desnatado
Modo de preparoAmassar as batatas com um garfo, ou bater com o mixer. Incorporar o requeijão light e por último o leite até o ponto que você deseja.
Sopa saudável de batata-doce
Ingredientes1 colher de sopa de azeite extravirgem
2 dentes de alho picados1 cebola média picada3 tomates sem pele e sem sementes picados2 abobrinhas picadas1 batata-doce média picada2 xícaras de espinafre picadoSalsinha picada a gosto1 litro de águaSal a gosto
Modo de preparoEm uma panela aqueça o azeite e refogue o alho, a cebola e o tomate. Em seguida, adicione a abobrinha, a batata doce e o espinafre e cozinhe por cinco minutos. Feito isso, adicione a água, o sal e cozinhe até os ingredientes ficarem macios. Espere amornar e bata no liquidificador. O prato pode ser decorado com a salsinha.
Escondidinho de carne moídaIngredientes e modo de preparo
Faça um purê com 2 batatas doce cozidas.
Para dar cremosidade, utilize leite desnatado ou se tiver restrição à leite de vaca, usa outro tipo de leite vegetal. Reserve. Em uma panela, refolgue com um fio de azeite: 1 cebola picada e 2 dentes de alho amassados. Acrescente 500g de carne moída, de preferência uma magra, tipo patinho, por exemplo. Quando ela perder a cor rosada, acrescente sal e pimenta do reino a gosto.
*Não utilize temperos industrializado pois tem muito sódio e gorduras. Prefira as ervas naturais, neste caso, folha de louro ou tomilho, que dão um frescor e sabor incríveis.
Acrescente 2 tomates bem picados sem pele e sementes – o que vai dar ainda mais cremosidade a carne.
MontagemEm uma travessa, despeje a carne e, por cima, acrescente o purê. Se a dieta liberar, com moderação, salpique um poco de queijo parmesão e leve ao forno apenas para gratinar.
(Fonte: Luci Hora, nutricionista do i9 Hair & Spa, espaço de beleza localizado em São Paulo; Vanessa Castro, nutricionista esportiva em Goiânia)
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É BOM TOMAR CAFÉ ANTES DA CORRIDA ?


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Sempre que uma rodinha de corredores se forma para falar sobre como ganhar rendimento na corrida de rua essa é uma das questões que pintam. Afinal, é realmente bom tomar café antes da corrida? Que essa é uma ótima bebida para o café da manhã por deixá-lo mais alerta todos sabem. Mas e para quem se exercita logo cedo? Sim, nessas circunstâncias o café também é muito bom.
Como a cafeína é estimulante, tomar café antes da corrida faz com que você ganhe um pique extra para fazer a atividade física. Quer mais? A bebida ainda é termogênica, o que facilita a queima gordura, sendo ótima pedida para quem busca a perda de peso.
A dúvida surge, entretanto, por conta do mito de que o café facilita a desidratação. Quando consumido regularmente, e em quantidades moderadas, a cafeína não leva à desidratação ou perda excessiva de urina e, portanto, pode ser contabilizado para as necessidades de líquidos totais (ufa!).
No entanto, mesmo com a boa notícia, você não deve tomar a bebida minutos antes de correr. Prefira ingerir o líquido cerca de uma hora antes da corrida (o que deve ser feito com todos os tipos de bebidas) para que dê tempo de fazer xixi antes de dar as primeiras passadas, não sendo preciso parar no meio do caminho.
Além disso, o café melhora o foco, a concentração e a disposição, predicados importantes quando o assunto é melhora da performance na marcha. Aliás, sua ação é mais importante na área neurológica do que física, sendo uma boa estratégia para quem se exercita por fazer com que a cabeça trabalhe junto com o corpo.
Mas não exagere. Para pessoas com maior sensibilidade gástrica essa bebida pode não ser tão boa assim. Por ser estimulante, ela pode levar a efeitos negativos, como a diarreia. Além disso, pessoas com gastrite também devem evitar o pretinho, pois ele age como um desencadeador de sintomas negativos nesses casos, atrapalhando os seus treinos. Uma quantidade moderada e que já traz os benefícios do café para os seus treinos é uma xícara pela manhã.
(Fonte: Júnia Bethônico, nutricionista funcional do SPA Mitra, Belo Horizonte)
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ENDORFINA: O BARATO DA CORRIDA


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Os adeptos das atividades físicas conhecem bem a sensação de, a certa altura do exercício, ter o cansaço e a dor muscular substituídos por um gostoso bem-estar, uma mistura de euforia e prazer. Conhecida por algumas como “runner’s high” (algo como “barato dos corredores”), essa experiência, que pode proporcionar uma impressão de paz e tranquilidade, muito provavelmente tem ligação com a liberação de endorfina pelo sistema nervoso central.
Benefícios ao organismoDescoberta nos anos 70, quando foram identificados cerca de 20 tipos diferentes de endorfinas, a substância ainda não foi suficientemente estudada. A endorfina é um assunto controverso por ainda causar muitas discussões e apresentar poucas comprovações científicas. Acredita-se, porém, que a endorfina traga uma série de benefícios ao organismo, ajudando a melhorar a memória e o estado de espírito, além de aliviar as dores e aumentar a resistência dos praticantes dos mais variados esportes. Parece ser tão benéfica à saúde que muitos médicos costumam receitar atividades físicas para quem sofre de depressão ou de insônia.
Efeito de curta duraçãoPara curtir os efeitos da endorfina, não é preciso se matar de treinar. Pedalar meia hora por dia já é suficiente para o indivíduo se sentir melhor. Agora, o que não se tem certeza é se essa sensação de bem-estar está ligada à parte fisiológica — dos efeitos da endorfina —, à psicológica, à eficácia do exercício ou à interação social. O mais provável é que o bom humor que se sente logo após os exercícios físicos seja mesmo causado pela liberação da endorfina.
Mas não dá para estabelecer o momento exato em que acontece essa liberação, muito menos a quantidade liberada, já que as substâncias que, como a endorfina, agem na corrente sanguínea, o fazem de maneira diferente em cada indivíduo. Flutuações de glicemia, dor periférica e necessidade do ajuste do tônus muscular são algumas das consequências do estresse físico que colaboram diretamente para a liberação da endorfina. A duração dos efeitos é curta, na faixa dos minutos.
Endorfina é droga?Voltando ao começo deste texto, temos algumas descrições — “…bem-estar… mistura euforia, prazer e satisfação… impressão de paz e tranquilidade…” — que em muito se assemelham a um relato sobre o uso de drogas. Não é coincidência. Alguns médicos definem a endorfina como uma droga opioide, ou seja, uma substância, sintética ou não, que age como o ópio, mas não deriva dele, do mesmo grupo que a heroína. É muito parecida com a morfina, usada como sedativo para pacientes com dores crônicas.
A semelhança com essas drogas é que ela funciona como uma substância inibitória, que promove as sensações de calma, tranquilidade e relaxamento. Etimologicamente, a palavra é uma junção de “endo” e “morfina”. Vem daí a diferença fundamental entre a endorfina e as drogas cultivadas ou fabricadas pelo homem: ela é endógena, produzida pelo nosso próprio organismo, mais especificamente dentro do sistema nervoso central de pessoas de todas as idades e ambos os sexos.
EndorfinônamosAtividades físicas muitos leves ou muito intensas não ajudam a melhorar o humor. O ideal é a prática de uma atividade moderada e regular. Isso significa que os chamados endorfinados, pessoas conhecidas por tornarem-se viciadas em atividades físicas com o intuito de sentir prazer, agem de forma errada e nada saudável.
Como ocorre na interrupção do uso de drogas por parte de um viciado, se um endorfinado parar de se exercitar pode sofrer a chamada crise de abstinência, em que a ausência da atividade física leva ao nervosismo e afeta o sono, entre outros sintomas.
E aí, cabe a pergunta: a endorfina causa dependência? Para uns, sim, já que sua ausência pode causar crises entre os que estão acostumados; para outros não, por ser produzida pelo próprio corpo e não causar lesões hepáticas ou cerebrais.
A grande culpadaE esse comportamento resulta em inflamações do tendão e do ligamento, entre outros problemas de articulação. Muitas pessoas, mesmo mancando ou com problemas de coluna, insistem em correr. A endorfina é a grande culpada por um homem de 50 anos treinar como um de 20, por exemplo.
(Fonte: médico João Gilberto Carazzato, chefe do grupo de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas (SP); Marco Aurélio Monteiro Peluso, médico-assistente do Grupo Interdisciplinar de Álcool e Drogas, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (Grea); Paulo Nogueira, técnico em atletismo e diretor de PN Assessoria Esportiva)
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ENXAQUECA: CORRIDA AJUDA NO TRATAMENTO


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Quem já sofreu (ou sofre) com enxaqueca sabe quão ruins e fortes são as dores de cabeça quando a crise se manifesta. Basta o incômodo dar sinal de vida para que você não consiga ouvir nenhum barulho ou não possa sequer ficar exposto a luzes, além de nem poder pensar nos treinos de corrida, já que o impacto das passadas faz com que as dores aumentem ainda mais.
A boa notícia, no entanto, é que pesquisa realizada no Ambulatório de Investigação e Tratamento da Dor de Cabeça (DITH) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que exercícios aeróbicos (como a corrida) são eficazes no tratamento preventivo da enxaqueca crônica, quadro de pessoas que apresentam 15 dias ou mais por mês de dores de cabeça. Assim, a descoberta resulta na redução da intensidade e da frequência das crises, o que é um alívio para quem tem enxaqueca constantemente.
O estudo, de autoria da fisioterapeuta Michelle Dias Santos Santiago, analisou 60 pacientes de ambos os sexos com idade entre 18 e 50 anos, no período de junho de 2010 a julho de 2012. Eles foram divididos em dois grupos de 30 pessoas, sendo que o primeiro se dedicou a exercícios aeróbicos (como corrida ou caminhada ao ar livre) por 40 minutos, três vezes por semana durante três meses, aliando a prática à medicação preventiva. Já o segundo grupo usou somente a medicação pelo mesmo período.
Os pacientes que realizaram exercícios receberam como instrumentos de acompanhamento um diário de dor de cabeça, folheto explicativo sobre os exercícios de aquecimento, planilha com o tempo de prática do exercício, escala para classificação da percepção subjetiva do esforço e a medição da frequência cardíaca no início e ao final do exercício. Já os que se submeteram ao estudo apenas com medicação receberam somente o diário da dor. Ambos os grupos foram avaliados, semanalmente.
Os resultados mostram que o grupo de pacientes que usou a combinação de terapia de drogas preventivas associada a exercícios aeróbicos apresentou melhora significativa em todos os parâmetros da cefaleia. A média de dias de dor no mês passou de 23 para cinco dias. Já os que receberam somente o remédio melhoraram em torno de 50%, de 25 para 13 dias de dor.
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VOCÊ DEVE RECORER AOS ANTI-INFLAMATÓRIOS ?


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Você faz um treino intenso e sabe que no dia seguinte as dores da corrida pesada vão aparecer. Sua primeira atitude? Investir no anti-inflamatório. Pode parecer simples recorrer a esse tipo de medicamento, logo que as dores  surgem. Você chega, até, a abusar de seu uso vez ou outra. Mas saiba que isso pode trazer graves consequências, já que os anti-inflamatórios só são recomendados quando a dor é patológica, e não fisiológica.
A dor fisiológica ou inchaço muscular ocorre pela falta de condicionamento físico, muitas vezes por você não ter feito o aquecimento e o alongamento corretamente. Elas aparecem depois de um treino como uma forma de prevenção, para que você não exagere mais uma vez. Com o tempo, é provável que as elas sumam, e o treino pesado pode ser realizado naturalmente.
No entanto, caso elas persistam, é hora de procurar um médico. É aí que muitos corredores pecam. Por não quererem esperar que o seu corpo se recupere naturalmente, eles acabam apelando para os medicamentos, contrariando o metabolismo, já que a medicação acelera a recuperação muscular e os inchaços e dores passam.
Mas é preciso entender que a dor excessiva após o treino é resultado de um erro no processo de treinamento. Tirar a dor com medicamentos pode mascarar uma lesão mais séria e gerar um estresse no organismo, pois a lesão se potencializa. O uso incorreto também pode trazer efeitos colaterais e muitos incômodos ao corpo, fato que danifica a sua saúde.
Quando o anti-inflamatório é indispensável?Seu uso só deve ser feito quando é constatada uma lesão de grande nível. Mas o anti-inflamatório não deve ser usado sozinho. Ele só é relevante quando aliado a outros tratamentos simultâneos, trazendo uma melhora em um tempo menor. Um desses aliados é a fisioterapia, que ajuda no fortalecimento da musculatura e da parte óssea, sendo mais adequada para uma boa recuperação e facilitando sua volta mais rápida ao esporte. Por isso, nunca use remédios sem prescrição médica. Em vez de ajudar o seu corpo, você pode estar aumentando o problema.
(Fontes: Marco Azizi, angiologista e médico do esporte do Rio de Janeiro, e Renato Romani, médico do esporte e professor do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte da Unifesp)
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CORRA PARA SE MANTER JOVEM


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Caminhar é um excelente exercício para se manter mais jovem. Ninguém contesta essa ideia. As pessoas mais velhas que andam normalmente têm menor incidência de obesidade, artrite, doenças cardíacas e diabetes, e um tempo de vida mais longo do que as pessoas que são sedentárias. Por muitos anos, na verdade, os médicos e os cientistas têm demonstrado o quão longe e rápido alguém pode andar como um marcador de saúde quando as pessoas envelhecem.
Mas os pesquisadores (e os próprios idosos) também notam que a capacidade de andar tende a diminuir com a idade. As pessoas mais velhas, cujo exercício primário geralmente é caminhar, começam a dar passos mais vagarosos e com maior dificuldade, cansando mais facilmente. Muitos, provavelmente, diriam que essa desaceleração física é inevitável. E estudos anteriores até afirmam que os mais velhos começam a usar mais energia a cada passo, o que torna o movimento difícil e cansativo.
Mas pesquisadores da Universidade do Colorado, na Califórnia, passaram a se perguntar se essa decadência da facilidade física dos mais velhos é realmente inexorável ou se isso pode ser retardado ou revertido por outros tipos de exercício e, em particular, com a corrida.
Para responder a pergunta eles analisaram homens e mulheres com idades entre 60 e 70 anos. Metade dos voluntários caminhou três vezes por semana durante 30 minutos ou mais. Os outros correram seguindo a mesma lógica. E durante os testes os voluntários caminharam ou correram em esteiras projetadas para medir como os pés dos idosos batiam no chão, a fim de avaliar a biomecânica, assim como usaram máscaras que mediam sua ingestão de oxigênio para avaliar como estavam evoluindo nas atividades.
Com isso, chegou-se a conclusão de que os corredores precisavam de menos energia para se mover com o mesmo ritmo que os voluntários que só andavam regularmente. Mais: os resultados ainda mostraram que corredores mais velhos ainda podiam dar as passadas com o pique de jovens atletas.
Caminhantes mais velhos, por outro lado, tinha aproximadamente a mesma economia andando que pessoas sedentárias da mesma idade. Como benefício foi mostrado, apenas, que aqueles que caminham não perdem a capacidade de andar com facilidade.
Os pesquisadores especulam, ainda, que há uma diferença nas células musculares dos voluntários. Exercício aeróbico intenso ou prolongado, como a corrida, é conhecido por aumentar o número de mitocôndrias nas células musculares. Essas mitocôndrias ajudam a fornecer energia para as células. Então, mais mitocôndrias permitem que as pessoas se movam por longos períodos de tempo com menos esforço. Além disso, o estudo também concluiu que os corredores podem ter melhor coordenação entre os músculos que os caminhantes, o que significa que menos músculos precisam trabalhar durante o movimento, resultando em menos energia usada.
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OVERTRAINNING: O EXAGERO NA DOSE


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Ao tentar melhorar o desempenho em provas, alguns corredores exageram na intensidade dos treinos e não respeitam um período adequado de descanso. A atividade é tão intensa que os músculos não conseguem se recuperar entre um treino e outro. Não bastasse isso, ainda seguem uma alimentação incorreta. Resultado: um cansaço intenso, que não passa, também conhecido como Síndrome de Overtraining (literalmente, exercitar-se mais do que o corpo aguenta), ou Síndrome do Excesso de Treinamento.
Não é apenas cansaço, é exaustão. Isso precisa ficar claro. O atleta em overtraining está em estado de exaustão física e psicológica. Sentir-se apenas cansado faz parte do treino, mas sentir-se exausto, somado aos sintomas psicológicos, é sinal de alerta
Uma diferença importante é que o cansaço simples pode ser eliminado com atividades relaxantes, enquanto a Síndrome do Overtraining exige que o atleta pare por um tempo e depois recomece do zero. Entre as sequelas físicas provocadas pela overdose de treinos estão dores musculares, o aumento da frequência cardíaca, o aumento da tolerância (necessidade de mais sessões de treino para obter o mesmo resultado) e a perda de rendimento. Já as emocionais vão de angústia e depressão à sensação de incompetência, passando por sintomas como ansiedade, irritabilidade excessiva, apatia, diminuição da libido, dúvida quanto a si mesmo, apatia e raiva prolongada.
Há também a possibilidade de o treino ter alcançado um valor muito alto na vida da pessoa, tornando-se a sua fonte única de prazer. Nesses casos é como se o atleta dependesse do treino para se sentir bem. Antigamente, só atletas profissionais apresentavam overtraining.
Hoje, esse problema tem sido muito comum entre amadores. Uma pesquisa do Centro de Estudo em Psicobiologia do Exercício, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), apoiada pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), identificou que 28% dos atletas brasileiros profissionais ou recreacionistas são viciados na prática de exercícios.
Normalmente o corredor aumenta a quantidade de treino com a crença de que, assim, melhorará sua performance. Porém, a sensação que se tem é de que, quanto mais se treina, pior o desempenho fica.
O programa de reabilitação prevê redução da carga de treinamento e descanso por pelo menos duas semanas, mas, dependendo da gravidade, o caso pode exigir um afastamento completo dos treinos por até seis meses. Nesse período, além do repouso, é importante investir numa dieta com alto valor nutritivo e rica em vitamina E, nutriente parcialmente responsável pela regeneração de todos os tecidos do corpo, incluindo sangue, pele, ossos, músculos e nervos, ajudando de forma significativa a reduzir os sintomas de overtraining. A vitamina E ocorre naturalmente em alimentos de origem vegetal, principalmente nos legumes e verduras verde-escuros, nas sementes oleaginosas (nozes, amêndoas, avelã, castanha-do-pará), nos óleos vegetais (amendoim, soja, palma, milho, cártamo, girassol) e no gérmen de trigo. Também pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como gema de ovo e fígado.
O retorno aos treinos deve ser bem gradual, a partir de um novo planejamento. Dependendo do caso, a troca da corrida por uma atividade mais leve e relaxante pode resolver: em vez de correr, treinar na piscina, por exemplo.
Muita gente acha que essa síndrome é exclusividade de atletas de elite, mas o overtraining acomete também corredores amadores. Para isso, basta não descansar o suficiente que depois de algum tempo o organismo entra em colapso.
(Fonte: psicóloga clínica e esportiva Carla Di Pierro)
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VINHO + EXERCÍCIOS = CORAÇÃO SAUDÁVEL


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Que o vinho faz bem para a saúde você está cansado de saber e inúmeros estudos já demonstraram que a bebida realmente é boa para o coração. No entanto, de acordo com uma nova pesquisa realizada no Hospital Universitário Palacký (Republica Checa) e chamada de In Vino Veritas, a bebida só é benéfica para o coração quando associada a exercícios físicos, como a corrida.
Durante o estudo, 146 participantes tomaram vinho, sendo controlados, durante um ano, os efeitos nos marcadores cardíacos dos voluntários, como as taxas de colesterol, por exemplo. Os homens participantes beberam de dois a dois copos e meio da bebida diariamente, cinco vezes por semana, enquanto que as mulheres ingeriram de um a dois copos com a mesma frequência. Metade dos indivíduos bebeu vinho tinto e a outra metade, branco. E também houve o controle das dietas e das atividades físicas dos voluntários.
Os resultados mostraram que beber vinho, apenas, não afeta os níveis de colesterol, glicemia, triglicérides e níveis de marcadores inflamatórios como a proteína C-reativa. O benefício da bebida só é observado quando você se exercita ao menos duas vezes por semana. Nessas condições há uma melhora significativa nos níveis de colesterol, já que o HDL (bom colesterol) aumentou e o LDL (mau colesterol), diminuiu. Para quem corre, a notícia veio a calhar.
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DEVO LEVAR GARRAFA D'ÁGUA PARA A PROVA ?


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Quem começa na corrida de rua sempre tem um monte de dúvidas sobre quais as melhores estratégias para ter sucesso nos treinos e nas provas. E quando o assunto é a primeira competição, esses questionamentos são ainda maiores, afinal tudo é novo e você não quer fazer feio depois de tanto tempo de treinamento. Uma das perguntas mais frequentes é se o corredor deve levar a sua garrafinha d’água para a hidratação durante a prova. A resposta, na realidade, é individualizada.
Nos eventos já existem pontos de hidratação planejados para que os atletas reponham a água perdida com o suor. E a maioria deles prefere os copinhos de água para se hidratar. Mas existem aqueles que preferem levar a sua própria água. Nesses casos, será necessário usar aqueles cintos de hidratação, onde você coloca a garrafa para usá-la sempre que necessário. Para que você não fique incomodado com o acessório (que às vezes pode apertar ou escorregar para o bumbum) é importante treinar usando o cinto antes de ir para a prova. Lembre-se, sempre, que para se dar bem nas competições é importante que você faça apenas aquilo que já foi testado nos treinos.
A vantagem de levar a sua própria garrafa é que você pode se hidratar sempre que quiser. A desvantagem é que a quantidade de líquido é finita. Por isso, antes de pisar na linha de partida de qualquer prova é importante fazer a lição de casa estudando os apoios que você terá a sua disposição. Algumas questões-chave devem ser respondidas antes da competição como: “Quanta água eu preciso para completar bem a prova?”, “Quantos pontos de hidratação estão disponíveis ao longo do percurso?”, “Onde eles estão localizados?”, “O que eles servem?”. Isso permitirá que você se programe e, mais do que isso, não leve peso desnecessário na garrafinha por não montar uma estratégia pré-prova.
Lá na frente
Usar a garrafinha de água também é uma boa pedida para aqueles que pretendem correr distâncias maiores lá na frente. Isso porque, à medida que você for evoluindo nas passadas e os percursos começarem a aumentar (durando mais de uma hora), será preciso usar carboidratos (que podem ser em gel ou isotônicos) para repor os sais minerais perdidos. Eles são responsáveis por dar energia para que você continue firme e forte na corrida. Mas nem todos os atletas conseguem se adaptar facilmente aos suplementos disponíveis no mercado, precisando dissolvê-los em água. Assim, com a sua própria garrafa em mãos, você não precisará esperar por um ponto de hidratação para planejar quando o carboidrato será ingerido.
(Fonte: Emerson Damásio, diretor técnico da Health Team Assessoria Esportiva – PE)
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AS PRIMEIRAS SEMANAS DE UM CORREDOR


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Você decidiu que vai começar a correr, mas ainda não sabe ao certo como serão as primeiras semanas de treinos? Serão mais puxadas, pois as primeiras investidas servem, também, para que você fique com o condicionamento físico em dia. Mas não precisa se assustar. Ter decidido começar a correr já é um ótimo passo. Afinal, essa iniciativa envolve o bem-estar psicológico e alia a força de vontade com a sensação de superação e vitória, o que fará com que os desconfortos físicos que podem surgir sejam fichinha perto dos benefícios que a atividade trará para a sua vida.
Decidir começar significa fazer um acordo com a disciplina e a determinação, e traçar objetivos. É, também, aprender a encarar novos desafios, lidar com limites e dificuldades. Sem contar a questão da socialização, já que existe a possibilidade de fazer novas amizades e alargar o círculo social, outro fator extremamente motivante para alguém entrar em um grupo de corrida, junto com o fortalecimento da autoestima.
Se você já comprou os tênis, perguntou aos amigos que tipo de roupa é legal para correr e começou a pensar em investir num monitor cardíaco, está na hora de encarar a adaptação inicial dos treinos. É claro que você não vai encarar uma maratona ou ficar correndo por duas horas no sábado de manhã. A evolução é gradual. O importante é traçar metas iniciais de médio e longo prazo para se dar bem nas passadas.
Por exemplo, a sua meta inicial é começar a correr, a de médio prazo pode ser correr de 4 km a 5 km e a de longo prazo pode ser correr de 8 km a 10 km. Tudo depende de como você enxerga a corrida na sua vida. Mas é importante não se cobrar muito. Determinação é uma coisa, cobrança é outra. A pessoa que está decidida a começar a correr vai encontrar certas dificuldades, e é justamente a determinação que vai fazê-la seguir em frente. Quem se cobra demais pode acabar se frustrando. Por isso, nas semanas iniciais, o melhor é respeitar os limites e ir aos poucos, para não surgirem traumas.
Três semanas de adaptaçãoAo iniciar um treinamento, se você está inativo, é preciso pensar em um período de adaptação para que seu organismo se acostume com os novos estímulos e esforços. A intensidade do treino, no entanto, depende do nível de condicionamento e das condições físicas de cada pessoa. Você pode ser um atleta com sobrepeso, que exigirá mais cuidado, ou alguém que nunca correu, mas sempre jogou bola ou surfou. Assim, seu condicionamento cardiorrespiratório será melhor e, talvez, sentirá menos dificuldade para começar a correr.
Semana 1
Fase de warm up, quando a base é formada somente por caminhada leve, com pelo menos três treinos por semana, de 35 a, no máximo, 45 minutos cada.
Faça 15 minutos de aquecimento/alongamento, fique dez minutos caminhando e depois dedique mais dez minutos para a desaceleração/alongamento. Este período de adaptação é muito importante para que você vá ir formatando uma boa postura do corpo, como giro de pernas nas passadas, ombros e movimento dos braços, além de dar início ao fortalecimento muscular.
Semana 2
Fase de start. Aqui é quando será observada a evolução do organismo com base na primeira semana de treino. A partir daqui começam a ser incluídos trotes no treino, na proporção de mais ou menos um minuto de trote para quatro minutos de caminhada. Nesta semana faça pelo menos três treinos por semana, de 35 a 50 minutos cada.
Comece com 15 minutos de aquecimento/alongamento, faça 20 a 25 minutos de caminhada (incluindo o trote quando possível), e reserve mais dez minutos para a desaceleração/alongamento.
Semana 3
A fase de definição você deve avaliar o seu desempenho antes de se traçar um novo programa de treinamento. É nessa semana que você terá mais precisão do volume, do nível e de quanto conseguirá trotar e caminhar. Por isso, você pode intercalar o trote com a caminhada, na proporção de dois a cinco minutos de trote para quatro minutos de caminhada. Faça pelo menos três treinos por semana, com duração de 40 a 60 minutos cada.
Comece com 15 minutos de aquecimento/alongamento, intercale e caminhada por cerca de 30 a 35 minutos, e termine com dez minutos para a desaceleração/alongamento.
(Fontes: Leandro Sandoval, diretor técnico da Life Training Assessoria Esportiva, e Andrea Dantas de Assis, psicóloga e corredora)
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8 CUIDADOS PARA NÃO SABOTAR O SEU TREINO


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Que você deve descansar bem, ter uma ótima alimentação e treinar bastante para ter bons resultados na corrida de rua já é sabido. No entanto, existem alguns hábitos ruins que podem sabotar todo o seu esforço sem que você sequer perceba. São atitudes que muitos corredores novatos adotam achando que estão trazendo benefícios para os treinos ou, até mesmo, por não saberem que estão errados.
Reunimos as oito principais furadas nas quais você pode entrar para que fique atento e continue progredindo nas passadas.
1. Correr com os tênis errados
Um calçado errado pode atrapalhar seu treinamento e, acima de tudo, gerar lesões. Por isso, é essencial escolher o tênis correto para o seu tipo físico, pisada e os seus objetivos. Teste o material que você irá usar. O seu pisante é a sua ferramenta de trabalho na corrida, sendo essencial para o bom rendimento.
2. Ignorar a dor
Alguns corredores novatos tentam suportar ao máximo algum tipo de dor para encerrar um treinamento. Isso tudo para não pular um dia de treino na planilha. Nem pense nisso. Não cometa o erro de achar que alguns treinos a menos irão arruinar todo seu trabalho ou impedi-lo de alcançar seu objetivo. A dor é um sinal de que algo não está legal em seu corpo. Por isso, não pense em continuar. A lesão pode se agravar.
3. “Eu não sou um corredor de verdade”
Não seja negativo. É comum encontrar pessoas que já correm há anos e que falam que não são corredores de verdade. Quem dirá entre os iniciantes. Saiba que você não precisa correr maratonas para ser um corredor. Se você correr regularmente, e não importa ritmo ou distância, você já faz parte do clube dos apaixonados por quilômetros.
4. Não aquecer
Às vezes, os corredores pulam ou aceleram o aquecimento por estarem com pouco tempo ou ansiosos para iniciar o treinamento. Não faça isso. Negligenciar seu aquecimento pode resultar em algum tipo de lesão. Por isso, não se esqueça desse item importante antes do treinamento.
5. Correr sem se hidratar
Alguns corredores preferem não tomar água antes do treino porque temem sentir a incomoda ‘dor de lado’. Outros não param para se hidratar por acreditarem que perderão tempo. Está tudo errado. Se você estiver treinando há aproximadamente 30 minutos, pare e tome água. Assim, você não corre o risco de sofrer com a desidratação.
6. Não corra com o estômago vazio
Não pense em iniciar suas atividades em jejum. É fundamental comer algo até 1h30 antes de iniciar seu treinamento para que você tenha tempo de digerir a refeição. Uma alimentação correta lhe dará forças para encarar mais um dia de atividade física.
7. Comer bobeiras após os treinos
É claro que você pode pensar em comer alguma bobagem após um treino exaustivo. Mas seja forte. Não pense em fazer algo que você possa se arrepender logo em seguida. Mantenha o controle sobre a ingestão de calorias após o treino e não coma alimentos com alto teor calórico.
8. Não fique na rotina
Você corre a mesma distância todos os dias e com o mesmo ritmo. Não está na hora de sair da rotina? Alterne o local, a distância e o ritmo de suas corridas. Isso irá ajudá-lo a evitar o tédio e, principalmente, dará um up no seu desempenho.
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TREINE EM ESCADAS PARA GANHAR FORÇA


escadas
Treinar em escadas é um trabalho de alta intensidade que te ajuda a aumentar a velocidade, a força e a capacidade cardiovascular. Também favorece a agilidade, já que está baseada em exercícios de velocidade e reação.
Este tipo de treinamento serve para corredores de montanha, de corridas de aventura ou corrida de rua, pois, durante o percurso, pode haver desníveis importantes.
Se você nunca realizou exercícios em escadas, comece suavemente e aumente a intensidade com o passar das semanas. Subir escadas te obriga a trabalhar os músculos que usa regularmente.
Dicas para não se lesionar- Alongue-se bem antes de começar o treino;
- Suba um degrau por vez;
- Evite treinos na escada nos primeiros dias de seu treinamento;
- Não faça mais do que dois treinos de escada por semana;
- Depois de cada subida, diminua o ritmo e descanse para se recuperar;
- Depois de três dias realizando treinos de escada, comece a subir de dois em dois degraus;
- Treine somete até dez séries por dia;
- No dia seguinte, realize treinamentos regenerativos e suaves, com intensidade baixa;
- Antes de começar a subir escadas, fortaleça a musculatura das pernas, para evitar lesões.
TreinamentoEntenda qual o tipo de exercícios de escada estamos sugerindo para você:
Para os iniciantes
Suba um degrau por vez, empurrando o pé para trás e impulsionando o corpo para frente com a ajuda dos braços. Faça três séries com três repetições mais alongamento;
- Suba, com um ritmo mais acelerado – ou até correndo -, um degrau por vez. Faça três séries com três repetições mais alongamento.
Para os mais experientesExemplo 1
- Suba a escada correndo, um degrau por vez. Baixar o ritmo e repetir esse processo cinco vezes;
- Suba a escada correndo, dois degraus por vez. Baixar o ritmo. Repetir três vezes com mais duas repetições em ritmo leve, como um trote.
- Saltar a escada de dois em dois degraus, com os dois pés. Repita três vezes. Este exercício é aplicado com o conceito de pliometria: quando sentir o peso do seu corpo, dobre os joelhos para baixo e tome impulso. Também, é importante o uso dos seus braços para ganhar mais impulso.
Exemplo 2
- Suba a escada correndo, um degrau por vez aumentando a impulsão dos joelhos. Baixar o ritmo e repetir o processo cinco vezes;
- Suba a escada correndo de dois em dois degraus. Repita três vezes;
- Suba a escada de um em um, com um só pé. Isto exigirá mais força, coordenação e força das articulações, tornozelos e pés. Faça isso em dez degraus e troque o pé. Repita duas vezes.
(Fonte: Atletas.info, site parceiro na Argentina)
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